
INSTITUTO DE TECNOLOGIA E FISIOTERAPIA
Nosso propósito é transformar o futuro de pacientes crônicos
Tornar possível usando ciência potencializada por tecnologia.
A redescoberta extraordinária de suas capacidades.
Há 20 anos, o InTEF realiza atendimentos personalizados para a recuperação de pacientes crônicos complexos. Acometidos pelas doenças não transmissíveis mais prevalentes e limitadoras do mundo, que afetam a função de órgãos e sistemas do corpo humano demandando cuidados, múltiplos e contínuos.
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Considerado o impacto das multicomorbidades, desenvolvemos um método único que interfere no controle da dor, atividade cardiovascular e gastrointestinal, no controle do movimento e na capacidade cognitiva, baseado nos melhores recursos e técnicas para a modulação de circuitos neuronais e tecidos periféricos prejudicados ou danificados pelas mais variadas doenças crônicas.
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DOENÇAS CRÔNICAS NÃO TRANSMISSÍVEIS - UM IMPACTO NA SAÚDE MUNDIAL

Projeção da carga de doenças crônicas entre a população adulta nos Estados Unidos usando um modelo populacional multiestadual
O número de pessoas com mais de 50 anos aumentará 61,11% até 2050. Neste período, estima-se que o número de pessoas com pelo menos uma doença crônica aumente em 99,5% (142,66 milhões), prevê-se que as multimorbidades aumentem 91,16% (14,968 milhões). É necessário planejar a força de trabalho da saúde para prestar cuidados adequados aos indivíduos atuais e futuros com doenças crónicas.
Ansah JP, Chiu CT. Projecting the chronic disease burden among the adult population in the United States using a multi-state population model. Front Public Health. 2023.
OMS revela principais causas de morte e incapacidade em todo o mundo entre 2000 e 2019

As doenças crônicas não transmissíveis constituem sete das 10 principais causas de morte no mundo, de acordo com pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e são foco de programas de prevenção, diagnóstico e tratamento do Departamento de Desenvolvimento Sustentável, da ONU.
O fato é que a incapacidade está aumentando. Estas doenças são as responsáveis pelo maior número de anos de vida saudáveis perdidos. Doença cardíaca, diabetes, AVC, câncer de pulmão e doença pulmonar obstrutiva crônica foram coletivamente responsáveis por quase 100 milhões de anos de vida saudáveis adicionais perdidos em 2019 em comparação com 2000.
Quais são as doenças mais comuns no Brasil. As principais enfermidades que afetam a população brasileira estão no grupo de Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNTs)

Segundo a OMS, as DCNTs matam cerca de 41 milhões de pessoas a cada ano, o equivalente a 71% de todas as mortes no mundo. No Brasil, de acordo com o relatório “Plano de Ações Estratégicas para o Enfrentamento das Doenças Crônicas e Agravos não Transmissíveis no Brasil 2021-2030”, as DCNTs causam cerca de 1,8 milhões de internações no Sistema Único de Saúde por ano. https://www.nationalgeographicbrasil.com/ciencia/2023/02/quais-sao-as-doencas-mais-comuns-no-brasil
Ministério da Saúde Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente Departamento de Análise Epidemiológica e Vigilância de Doenças não Transmissíveis

No Brasil, as DCNT são a maior causa de morte da população, uma epidemia no país. Vitimam mais de 700.000 pessoas por ano. Um grave cenário para a saúde pública e para o desenvolvimento econômico e social. As doenças cardiovasculares, cânceres, respiratórias crônicas e diabetes - resultam em perdas de produtividade, despesas evitáveis de cuidado com saúde, empobrecimento das famílias, além de dor e sofrimento.
IBGE: pelo menos uma doença crônica afetou 52% dos adultos em 2019

No Brasil, 52% das pessoas de 18 anos ou mais apresentam pelo menos uma doença crônica. A hipertensão arterial atinge 23,9% (38,1 milhões) de pessoas; 5,3% (8,4 milhões) de pessoas tiveram diagnóstico de doença do coração; 16,3 milhões de pessoas foram diagnosticadas com depressão; 14,6% (23,2 milhões) tiveram diagnóstico de colesterol alto; 7,7% tiveram diagnóstico de diabetes (12,3 milhões). Na população adulta, 2% foram acometidos por acidente vascular cerebral (3,1 milhões) e 21,6% (34,3 milhões) de pessoas relataram problemas crônicos de coluna.
Publicado em 18/11/2020 - 10:02 Por Ana Cristina Campos – Repórter da Agência Brasil - Rio de Janeiro
Diretrizes mundiais afastaram o conceito de que fisioterapia é a repetição infindável de movimentos padronizados. A possibilidade de guiar a neuroplasticidade abriu perspectivas para mudanças determinantes na capacidade de pacientes crônicos.
Tecnologia e profissionais especialistas ajustam as relações mais delicadas entre a condição psicofísica do indivíduo e o movimento adequando o tratamento aos comprometimentos específicos e doenças de cada paciente.
Afinal, temos demandas, fases e corpos distintos que podem ser modulados e potencializados em um curto espaço de tempo, em um plano objetivo de evolução.
Fisioterapeutas multiespecialistas, amplificam os ganhos das condições mais complexas. Devolver AUTONOMIA, desempenho profissional e produtividade é a meta das organizações mundiais de saúde e do Intef rumo a qualidade e expectativa de vida de pessoas de todas as idades.
DESCOBERTAS DA CIÊNCIA REVOLUCIONAM A REABILITAÇÃO
Entender e atuar sobre os eixos primordiais de equilíbrio da vida, a neurobiologia da dor e a potencialidade dos músculos, em cada sessão, torna conquistas, possíveis.
O EIXO CÉREBRO-CORAÇÃO-PULMÃO
Circuitos cerebrais controlam a atividade cardiovascular. Porém, a descoberta de um centro nervoso intra-cardíaco, explicou como o coração, sozinho, também pode interferir no controle cerebral, principalmente das emoções. Interferir neste eixo de maneira não-medicamentosa, transforma a vida de pacientes com alterações no sistema nervoso autônomo.
O EIXO CÉREBRO-INTESTINO
O estado elétrico cerebral é capaz de modificar a função intestinal e vice-versa, estando esta interação relacionada a transtornos psiquiátricos, do neurodesenvolvimento e neurodegenerativos. Controlar a dor, as emoções e treinar ao máximo o controle de músculos e órgãos pélvicos, representa um avanço na reabilitação de pacientes crônicos de múltiplas origens.
O NEUROCONTROLE DA DOR
A dor não é uma sensação, e sim, uma experiência dinâmica de circuitos cerebrais estimulados ou inibidos por nossas memórias, emoções e integridade de tecidos. Isto determina nossa tolerância, resiliência e mudança de comportamento, para o bem ou para o mau. Manejar a dor central e tratar tecidos doentes, é a chave para mudança de paradigma na medicina.
A POTÊNCIA MÚSCULO-ESQUELÉTICA
O aparelho músculo-esquelético, além de prover a estrutura corporal apresenta uma espantosa, função endócrina, interferindo, por meio de hormônios, no funcionamento de todos os órgãos, sobretudo, o cérebro, determinando um estado ótimo para a longevidade e integridade do sistema nervoso.
EXERCÍCIOS BREVE INTENSOS (HIIT)- A META ADAPTATIVA PARA DIMINUIÇÃO DE MORTES

O HIIT realizado em zonas-alvo ideais de frequência cardíaca proporciona maiores benefícios para a aptidão cardiorrespiratória, função vascular, metabolismo do músculo esquelético e outros processos antinflamatórios que são importantes para a prevenção primária e secundária de doenças crônicas.
A avaliação e prescrição da intensidade deste exercício, é realizada por terapeutas especialistas do Intef , obedecendo as determinações de segurança da Associação Européia para Prevenção e Reabilitação Cardiovascular, pela Associação Americana de Reabilitação Cardiovascular e Pulmonar e pela Associação Canadense de Reabilitação Cardíaca.
MATERIAL BIBLIOGRÁFICO PARA DOWNLOAD

Exercícios intervalados de alta intensidade são efetivos no tratamento do diabetes

Exercícios de alta intensidade melhoram a capacidade cardiopulmonar de pacientes cardiopatas

Exercícios intervalados de alta intensidade modificam sensibilidade a dor de pacientes dolorosos crônicos

Metanálise sobre os efeitos antinflamatórios dos exercicios em população idosa

Risco de câncer metastático foi reduzido em até 72% com exercícios de alta intensidade
O exercício protege contra a progressão do câncer e metástase, induzindo uma alta demanda de nutrientes nos órgãos internos, indicando que a redução da disponibilidade de nutrientes para as células tumorais representa uma estratégia potencial para prevenir metástases.
O músculo é resistente ao câncer metastático.
Os exercícios de alta intensidade um escudo metabólico induzido por exercícios em órgãos distantes bloqueia a progressão do câncer e a disseminação metastática.
Saiba mais sobre nossas abordagens
CASOS DE SUCESSO
Aprendemos com cada história ao longo destes anos. Um paciente nunca é igual ao outro e a escuta é nossa maior ferramenta para identificação dos sinais e ajuste de metas.
Você poderá conhecer as histórias inspiradoras de pacientes que redescobriram suas potencialidades.
A DISAUTONOMIA APÓS UMA CIRURGIA BARIÁTRICA
CONHEÇA A HISTÓRIA DO GABRIEL
Um homem determinado e resiliente, há anos o Gabriel enfrentava uma batalha silenciosa com os seus sintomas autonômicos após uma cirurgia bariátrica. Fraqueza, cansaço, desmaios e "convulsões" faziam parte do seu dia-a-dia. No trabalho, o cansaço excessivo o forçava a abandonar as atividades mais cedo do que o normal. Em casa, brincar livremente com a sua filha parecia um sonho distante. Aos poucos, o risco de desmaiar estava presente todo o tempo. A disautonomia, de fato, causa uma sensação de medo e descontrole de habilidades essenciais.
O QUE FIZEMOS
Em uma avaliação clínica e autonômica, os desajustes neuro-cardiológicos foram observados de maneira detalhada. No caso desse paciente, a hipoglicemia pós-prandial também foi diagnosticada e alvo de tratamento complementar. A incapacidade para a realização de qualquer tipo de exercício era preocupante, assim como o intenso descondicionamento muscular que o impedia de se manter em pé, mesmo que por poucos minutos. Em um caso complexo como este, a meta era adaptar o sistema neuro-vascular à atividades intensas e moduladas, sem a deflagração de sintomas.
Em São Paulo, realizamos sessões diárias, até o controle de postura independente de desmaios. Como desafio complementar, o Gabriel precisava voltar para sua cidade Natal e continuar o treinamento à distância. Além de contato on-line, auxiliamos no treinamento de profissionais que foram capazes de manter os ganhos obtidos na primeira fase de tratamento, ampliar metas e perspectivas.
Aprendemos muito com o Gabriel, um trabalho compartilhado e um desafio enriquecedor, que nos tornou mais capazes de ajudar casos graves.
RECUPERAÇÃO DA MARCHA E DA FALA APÓS UM AVC DE 17 ANOS
CONHEÇA A HISTÓRIA DA CIBELE
Uma senhora inteligente, carismática, cercada por uma família amorosa e cuidadosa. Cibele foi acometida por um AVC há 17 anos. Com graves sequelas preferia ficar dias em seu apartamento, desanimou com reabilitações convencionais. Com o passar dos anos, uma situação comum apareceu, o risco e a ocorrência de quedas. nestas ocasiões, quando sozinha, rastejava até o apartamento vizinho para pedir ajuda. sua única meta era conseguir levantar-se do chão.
O QUE FIZEMOS
Uma senhora inteligente, carismática, cercada por uma família amorosa e cuidadosa. Cibele foi acometida por um AVC há 17 anos. Com graves sequelas preferia ficar dias em seu apartamento, desanimou com reabilitações convencionais. Com o passar dos anos, uma situação comum apareceu, o risco e a ocorrência de quedas. nestas ocasiões, quando sozinha, rastejava até o apartamento vizinho para pedir ajuda. Sua única meta era conseguir levantar-se do chão.
Iniciar o tratamento de neuromodulação foi fundamental para equilibrar as cargas elétricas do cérebro. Este balanço inter-hemisférico é capaz de mostrar funções inibidas por uma organização caótica. Em poucas semanas de estimulação, fomos surpreendidos por uma frase inteira, falada pela Cibele durante um tratamento: -"Que maravilha isso!!". Disse ela. Uma emoção para todos.
Vibramos agora com cada passeio, cada viagem, cada experiência. Uma alegria que só a fisioterapia pode proporcionar.